Ainda não tive tempo de terminar o próximo texto, mas já dei início e creio que na próxima semana postarei, não deixem de ler.
Agradeço imensamente todos os que acessaram e espero sinceramente que continuem visitando o blog, pois ele foi feito para postagens de trabalhos acadêmicos ou não, mas sempre visando a boa educação.
Grande abraço a todos.
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Que estratégias devem ser usadas para melhorar o processo ensino- aprendizagem dos alunos?
Segundo Freire(1996), cabe aos
professores através de estratégias disciplinares e da organização de
trabalhos pedagógicos, que precisam ser pensados através dos conteúdos
curriculares, estruturar conteúdos no ensino- aprendizagem de forma
atrativa, incutir nos alunos o gosto pelo saber; é necessário que o
professor esteja atento às necessidades dos alunos e tal dedicação trará
consequentemente resultados satisfatórios para ambos.
Para que um bom trabalho seja
reconhecido e levado em consideração pela sociedade escolar e também
pelos pais e comunidade é necessário que o profissional esteja atento às
peculiaridades, aprendizado e dificuldades de cada aluno, agindo assim,
essa organização atenderá às necessidades dos alunos, tal dedicação consequentemente trará resultados satisfatórios para ambos; o professor deve atualizar-se, despir-se de
preconceitos, conscientizar-se de suas obrigações, comprometer-se com seu
trabalho, buscar novos horizontes, interagir, desligar-se da mesmice,
incentiva-los para um mundo de conheciementos, onde a busca não depende apenas desses dois elementos: EDUCANDO E EDUCADOR, mas de vários, como um todo, em função de uma educação de qualidade, portanto: compromisso, dedicação, doação, pesquisa, conscientização, busca incansável pelo conhecimento.
Para colocar em prática todas essas idéias, sabe-se que não é fácil, muito pelo contrário, já que o modelo atual de educação é centralizado e cheio de burocracias, onde os professores são mutilados, desvalorizados e colocados à margem das forças maiores que agem na sociedade; é necessário um comprometimento político, profissional e responsável por parte de todos e acima de tudo a educação é uma obrigação pública que abrange todos os níveis sociais.
Se todos participarem e colocarem em prática o compromisso com a democracia, com o seu local de trabalho (neste caso, a escola pública) e com todos aqueles que estão diretamente ligados à sua profissão, com certeza seus esforços e competência profissional, serão reconhecidos por todos: alunos, pais, comunidade em geral.
O profissional da educação deve inserir em seu conteúdo pedagógico: oficinas de leituras, brincadeiras, jogos educativos, esporte, música, dança; tendo como objetivo promover o desenvolvimento afetivo, físico e intelectual do educando, levando em consideração o direito à educação de qualidade, dentro do espaço físico da escola, entretanto, a busca pelo conhecimento, vai para muito além da sala de aula, mudando comportamentos e incutindo em cada cidadão a responsabilidade social; que é fazer da educação uma "prioridade nacional".
domingo, 18 de março de 2012
Hoje estou entrando no blog, apenas para ver se tive visitas recentes e fiquei muito feliz ao constatar que algumas pessoas andaram visitando o blog...ainda essa semana postarei algo sobre "Estratégias que as escolas e os professores, devem usar para melhorar o processo ensino- aprendizagem dos alunos"...aguardem e muito obrigada por visitarem o blog.
sábado, 17 de março de 2012
A violência nas cidades brasileiras
Um dos grandes problemas sociais do Brasil na atualidade é a violência que acomete a maioria das grandes e pequenas cidades; provavelmente isto deve-se ao fato, entre outros, do êxodo rural que é a vinda do homem do campo para a cidade, provocando um crescimento desordenado nas cidades e motivando um grande número de desempregados, o que aumenta a insidência de miséria no país.
Com um baixo ou quase nenhum nível de educação, dificilmente essas pessoas conseguiriam emprego para suprir suas necessidades básicas, sujeitando-se a empregos degradantes e de pouca remuneração, levando jovens e pais de família a procurarem atividades ilícitas como: assaltos, roubos, homicídios, tráfico, prostituição e tantas outras atividades, criando em toda sociedade uma sensação de insegurança.
Além do êxodo rural, há ainda vários fatores que contribuem para o avanço da violência, tais como: a má distribuição de renda, o alto índice de analfabetismo, a falta de incentivo aos jovens e aos pais de família,etc, restandoa essas pessoas buscarem alternativas indignas e ultrajantes que ferem a dignidade humana.
O Brasil é um país rico, mas seu povo é pobre e essa pobreza gera trágicas consequências: violência nas escolas, preconceito, fome, prostituição, miséria, analfabetismo, etc, relacionando a isso uma perspectiva não muito animadora para o futuro de uma classe sempre ignorada.
Para que se possa combater esse mal social se faz necessário que os políticos honrem com seus compromissos para com a sociedade; que revejam as leis; que vejam o país não como uma máquina de gerar dinheiro, mas como uma máquina de gerar empregos, para que assim se possa viver não de igual para igual, mas pelo menos com um mínimo de decência e dignidade.
A grande maioria dos políticos que formam esta sociedade, são desumanos e insensíveis, seus interesses giram exclusivamente em torno do desenvolvimento; de interesses próprios, esquecendo as vítimas de uma política repressora e injusta; eles (políticos), não tem interesse em uma sociedade alfabetizada, instruída, que tenha conhecimentos das leis e que possam fazer uso desses conhecimentos para lutarem por seus direitos.
Entretanto, não se pode culpar apenas os governantes pelo caos do nosso país; a sociedade civil, deve assumir compromissos, buscar alternativas e ter participação pessoal, enquanto estudantes, como pais de família, como profissionais e principalmente como cidadãos, já que a violência abraça todas as classes sociais e corrompe toda uma sociedade.
Portanto, a violência não está ligada somente ao inchaço urbano, mas também à falta de compromisso político e social de cada cidadão.
Com um baixo ou quase nenhum nível de educação, dificilmente essas pessoas conseguiriam emprego para suprir suas necessidades básicas, sujeitando-se a empregos degradantes e de pouca remuneração, levando jovens e pais de família a procurarem atividades ilícitas como: assaltos, roubos, homicídios, tráfico, prostituição e tantas outras atividades, criando em toda sociedade uma sensação de insegurança.
Além do êxodo rural, há ainda vários fatores que contribuem para o avanço da violência, tais como: a má distribuição de renda, o alto índice de analfabetismo, a falta de incentivo aos jovens e aos pais de família,etc, restandoa essas pessoas buscarem alternativas indignas e ultrajantes que ferem a dignidade humana.
O Brasil é um país rico, mas seu povo é pobre e essa pobreza gera trágicas consequências: violência nas escolas, preconceito, fome, prostituição, miséria, analfabetismo, etc, relacionando a isso uma perspectiva não muito animadora para o futuro de uma classe sempre ignorada.
Para que se possa combater esse mal social se faz necessário que os políticos honrem com seus compromissos para com a sociedade; que revejam as leis; que vejam o país não como uma máquina de gerar dinheiro, mas como uma máquina de gerar empregos, para que assim se possa viver não de igual para igual, mas pelo menos com um mínimo de decência e dignidade.
A grande maioria dos políticos que formam esta sociedade, são desumanos e insensíveis, seus interesses giram exclusivamente em torno do desenvolvimento; de interesses próprios, esquecendo as vítimas de uma política repressora e injusta; eles (políticos), não tem interesse em uma sociedade alfabetizada, instruída, que tenha conhecimentos das leis e que possam fazer uso desses conhecimentos para lutarem por seus direitos.
Entretanto, não se pode culpar apenas os governantes pelo caos do nosso país; a sociedade civil, deve assumir compromissos, buscar alternativas e ter participação pessoal, enquanto estudantes, como pais de família, como profissionais e principalmente como cidadãos, já que a violência abraça todas as classes sociais e corrompe toda uma sociedade.
Portanto, a violência não está ligada somente ao inchaço urbano, mas também à falta de compromisso político e social de cada cidadão.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Redação ENEM: nota 950
Educação e trabalho, a base para uma vida digna
Fala-se muito em ética,dignidade, direitos e deveres, mas poucas vezes vemos na prática, o real sentido dessas palavras.
O ser humano é capaz de exercer seus direitos e principalmente seus deveres, este último é muito cobrado e exigido do cidadão, entretanto o próprio sistema o exclui, tirando dele o direito de viver dignamente.
Todo homem quer ter o direito de pagar suas dívidas; calçar-se; vestir-se; alimentar-se; viver em um ambiente próprio, limpo e seguro; ver seus filhos com oportunidades reais de realizações profissionais; ter um emprego digno. Infelizmente para que esse sonho seja realizado é necessário um real comprometimento político e social, que infelizmente não temos em nosso país.
Como vever com dignidade, sem emprego e salário justos? E como ter um salário justo, sem um mínimo de estudo e ducação?
Já dizia o ditado popular: "O trabalho dignifica o homem.", é através do trabalho que o homem faz suas conquistas materiais e mantém sua alto- estima em alta, porém se ele não estudar para buscar melhores condições de vida, como cobrar por salário digno, se ele não primou por seus estudos? É claro que o salário vai adequar-se à escolaridade de cada profissional.
Sabe-se que a educação é constituida e conceituada pelos homens, de acordo com as necessidades sociais, cada momento da história tem suas necessidades e cada classe social adequa-se à elas, portanto, o cidadão precisa adaptar-se, mas não necessariamente resignar-se; a busca incessante pelo saber deve ser primordial para todo ser pensante.
A desigualdade social, a má distribuíção de renda, o descompromisso político para com a classe menos favorecida e o próprio acomodamento do homem o levaram à estatísticas tão degradantes: alto índice de desemprego, fome, miséria, baixa escolaridade, etc.
A educação é a base para uma sociedade mais justa e digna e se cada cidadão que ocupa um lugar na sociedade, exercer a cidadania e buscar alternativas para melhores condições de vida, com certeza o país se tornará melhor.
Se o homem abdicar da própria cidadania e jogar a responsabilidade de todos os problemas para o governo, jamais terá o prazer de conquistar algo, pois estará se omitindo e renunciando de seus próprios deveres.
O que fazer para que o trabalho e a educação emparelhem-se definitivamente?
Seria necessário um comprometimento entre governo e cidadão, se cada parte fizer cumprir com suas obrigações, direitos e deveres, o Brasil com toda certeza seria um país melhor de se viver.
É de responsabilidade do poder público: Investir na educação; valorizar o profissional de toda e qualquer área; gerar empregos; cursos profissionalizantes; palestras de conscientização, capacitação e valorização humana e tantas outras medidas que devem e podem ser aplicadas com o intuito de melhorar a condição de vida do cidadão brasileiro.
Fala-se muito em ética,dignidade, direitos e deveres, mas poucas vezes vemos na prática, o real sentido dessas palavras.
O ser humano é capaz de exercer seus direitos e principalmente seus deveres, este último é muito cobrado e exigido do cidadão, entretanto o próprio sistema o exclui, tirando dele o direito de viver dignamente.
Todo homem quer ter o direito de pagar suas dívidas; calçar-se; vestir-se; alimentar-se; viver em um ambiente próprio, limpo e seguro; ver seus filhos com oportunidades reais de realizações profissionais; ter um emprego digno. Infelizmente para que esse sonho seja realizado é necessário um real comprometimento político e social, que infelizmente não temos em nosso país.
Como vever com dignidade, sem emprego e salário justos? E como ter um salário justo, sem um mínimo de estudo e ducação?
Já dizia o ditado popular: "O trabalho dignifica o homem.", é através do trabalho que o homem faz suas conquistas materiais e mantém sua alto- estima em alta, porém se ele não estudar para buscar melhores condições de vida, como cobrar por salário digno, se ele não primou por seus estudos? É claro que o salário vai adequar-se à escolaridade de cada profissional.
Sabe-se que a educação é constituida e conceituada pelos homens, de acordo com as necessidades sociais, cada momento da história tem suas necessidades e cada classe social adequa-se à elas, portanto, o cidadão precisa adaptar-se, mas não necessariamente resignar-se; a busca incessante pelo saber deve ser primordial para todo ser pensante.
A desigualdade social, a má distribuíção de renda, o descompromisso político para com a classe menos favorecida e o próprio acomodamento do homem o levaram à estatísticas tão degradantes: alto índice de desemprego, fome, miséria, baixa escolaridade, etc.
A educação é a base para uma sociedade mais justa e digna e se cada cidadão que ocupa um lugar na sociedade, exercer a cidadania e buscar alternativas para melhores condições de vida, com certeza o país se tornará melhor.
Se o homem abdicar da própria cidadania e jogar a responsabilidade de todos os problemas para o governo, jamais terá o prazer de conquistar algo, pois estará se omitindo e renunciando de seus próprios deveres.
O que fazer para que o trabalho e a educação emparelhem-se definitivamente?
Seria necessário um comprometimento entre governo e cidadão, se cada parte fizer cumprir com suas obrigações, direitos e deveres, o Brasil com toda certeza seria um país melhor de se viver.
É de responsabilidade do poder público: Investir na educação; valorizar o profissional de toda e qualquer área; gerar empregos; cursos profissionalizantes; palestras de conscientização, capacitação e valorização humana e tantas outras medidas que devem e podem ser aplicadas com o intuito de melhorar a condição de vida do cidadão brasileiro.
terça-feira, 13 de março de 2012
Como entender a violência na escola?
A convivência humana é muito complexa, sempre haverão os conflitos, já que os interesses e as vontades humanas são inevitáveis e contraditórias; cada indivíduo quer impor suas vontades ao outro ou vice-versa, sempre em busca do "poder" (direito de deliberar, agir ou mandar), tentando transformar a vontade do outro na sua própria vontade, fazendo assim com que suas ordens sejam obedecidas e tendo a sensação de realização e superioridade.
Essa superioridade e concepção de poder, vem desde a infância (principalmente nos homens) , quando é plantada a idéia de que o homem é superior à mulher; que é mais forte; que ele precisa trabalhar para sustentar a família e que a mulher é o sexo frágil.
Talvez possamos entender melhor a violência nas escolas, se pensarmos nessas perspectiva: poder, desigualdade social, de gênero e de raça.
Sabemos que no dia- a- dia, crianças e adolescentes (não generalizando), vivem vários tipos de violência: física, moral, sexual e social.
Dentro do ambiente escolar, vive-se a violència social; já que na escola concentram-se todos os problemas gerados por uma sociedade, a chamada "violência sócioeconômica"; cada criança ou adolescente, leva consigo para a escola, seus problemas: o consumo de drogas, criminalidade, desemprego, má distribuição de renda, bebida alcoólica, violência doméstica, etc, todos esse fatores e muitos outros, levam à violência escolar, tais motivos são impossíveis de serem ignorados.
Vivemos em um país, onde a concentração de renda é injusta e a desigualdade social é gritante e se propaga rapidamente, trazendo sérias consequências à sociedade escolar, afetando tanto alunos, como professores e toda a comunidade escolar.
Seria possível, separar esses dois mundos? o mundo externo do mundo interno da escola?
Provavelmente não, já que todas as dificuldades do mundo externo é vivida na sua intensidade e deixa marcas de cunho moral, jamais esquecidos, portanto, não pode ser separado do convívio escolar.
Esses alunos vivem com muita familiaridade o sistema precário e falido de uma sociedade que é vítima de preconceitos e que vive à margem de um governo injusto, egoísta e descompromissado com a comunidade carente; vivem a constante incerteza de um emprego digno, de um futuro sem perspectiva de dias melhores e levará consigo a dúvida crescente: "O que o futuro reserva para ele? A escola contribuirá para que seu futuro profissional seja conquistado?"
Fica a pergunta.
Essa superioridade e concepção de poder, vem desde a infância (principalmente nos homens) , quando é plantada a idéia de que o homem é superior à mulher; que é mais forte; que ele precisa trabalhar para sustentar a família e que a mulher é o sexo frágil.
Talvez possamos entender melhor a violência nas escolas, se pensarmos nessas perspectiva: poder, desigualdade social, de gênero e de raça.
Sabemos que no dia- a- dia, crianças e adolescentes (não generalizando), vivem vários tipos de violência: física, moral, sexual e social.
Dentro do ambiente escolar, vive-se a violència social; já que na escola concentram-se todos os problemas gerados por uma sociedade, a chamada "violência sócioeconômica"; cada criança ou adolescente, leva consigo para a escola, seus problemas: o consumo de drogas, criminalidade, desemprego, má distribuição de renda, bebida alcoólica, violência doméstica, etc, todos esse fatores e muitos outros, levam à violência escolar, tais motivos são impossíveis de serem ignorados.
Vivemos em um país, onde a concentração de renda é injusta e a desigualdade social é gritante e se propaga rapidamente, trazendo sérias consequências à sociedade escolar, afetando tanto alunos, como professores e toda a comunidade escolar.
Seria possível, separar esses dois mundos? o mundo externo do mundo interno da escola?
Provavelmente não, já que todas as dificuldades do mundo externo é vivida na sua intensidade e deixa marcas de cunho moral, jamais esquecidos, portanto, não pode ser separado do convívio escolar.
Esses alunos vivem com muita familiaridade o sistema precário e falido de uma sociedade que é vítima de preconceitos e que vive à margem de um governo injusto, egoísta e descompromissado com a comunidade carente; vivem a constante incerteza de um emprego digno, de um futuro sem perspectiva de dias melhores e levará consigo a dúvida crescente: "O que o futuro reserva para ele? A escola contribuirá para que seu futuro profissional seja conquistado?"
Fica a pergunta.
sábado, 10 de março de 2012
Silêncio
Silêncio
O homem procura seu lugar,
Aninhando-se no colo da amada,
À procura incessante de carinho,
Sossego, paz interior...Silêncio.
A mulher o acolhe em seu colo,
Deixando- se embriagar
Pelo cheiro e calor
Do corpo amado...Silêncio.
Com o anoitecer vem a panumbra,
A escuridão desce majestosa,
Encobrindo os amantes sedentos
De prazer, saciando desejos...Silêncio.
Entre sussurros, gemidos, carinhos,
Homem e mulher entregam-se,
Ardentes, febris, urgentes,
Corpos suados, saciados, cansados...Silêncio.
Ouve-se apenas,
Suas respirações,
Aceleradas, entrecortadas,
Enfim...Silêncio.
(Con Maciel)
O homem procura seu lugar,
Aninhando-se no colo da amada,
À procura incessante de carinho,
Sossego, paz interior...Silêncio.
A mulher o acolhe em seu colo,
Deixando- se embriagar
Pelo cheiro e calor
Do corpo amado...Silêncio.
Com o anoitecer vem a panumbra,
A escuridão desce majestosa,
Encobrindo os amantes sedentos
De prazer, saciando desejos...Silêncio.
Entre sussurros, gemidos, carinhos,
Homem e mulher entregam-se,
Ardentes, febris, urgentes,
Corpos suados, saciados, cansados...Silêncio.
Ouve-se apenas,
Suas respirações,
Aceleradas, entrecortadas,
Enfim...Silêncio.
(Con Maciel)
sexta-feira, 9 de março de 2012
Olhares
Olhares em chamas
em ardentes promessas
de prazeres implícitos.
Olhares que seguem,
perseguem sonhos,
corações feridos.
Olhares que se entregam,
às promessas e juras,
desejos proibidos.
Olhares que magoam,
decepções sofridas,
promessas não cumpridas.
Olhares que se vão,
despedidas que machucam,
amores perdidos.
em ardentes promessas
de prazeres implícitos.
Olhares que seguem,
perseguem sonhos,
corações feridos.
Olhares que se entregam,
às promessas e juras,
desejos proibidos.
Olhares que magoam,
decepções sofridas,
promessas não cumpridas.
Olhares que se vão,
despedidas que machucam,
amores perdidos.
Devaneios
Como não imaginar
Os amores que não vivemos,
Os beijos que não trocamos.
Sonhos interrompidos.
Como não imaginar
Os dedos entrelaçados
As mãos não tocadas,
Os lábios que não se uniram.
Como não imaginar,
Aquele abraço não dado,
O amor não correspondido,
O carinho não sentido.
Ass: Con Maciel
Os amores que não vivemos,
Os beijos que não trocamos.
Sonhos interrompidos.
Como não imaginar
Os dedos entrelaçados
As mãos não tocadas,
Os lábios que não se uniram.
Como não imaginar,
Aquele abraço não dado,
O amor não correspondido,
O carinho não sentido.
Ass: Con Maciel
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